Planejamento patrimonial e sucessório

Planejamento patrimonial é organizar decisões antes que elas se tornem urgentes.

O planejamento permite avaliar como os bens são administrados hoje e como poderão ser transmitidos no futuro. Mais do que escolher um instrumento, planejar significa compreender a estrutura familiar, os objetivos, os riscos e as consequências de cada decisão.

Dra. Telma Souza em ambiente profissional

O que é

Uma leitura organizada do patrimônio e de suas relações.

O planejamento patrimonial reúne informações sobre bens, documentos, empresas, rendimentos, responsabilidades e pessoas envolvidas. A partir dessa leitura, é possível identificar pendências e avaliar alternativas jurídicas.

Planejamento sucessório é a dimensão que considera a futura transmissão, a continuidade da administração e os direitos das pessoas envolvidas. O objetivo é construir previsibilidade sem ignorar limites legais, tributários ou familiares.

Para quem pode ser indicado

Famílias que desejam compreender e organizar decisões de longo prazo.

A análise pode ser útil para proprietários de imóveis, empresários, investidores, famílias com bens compartilhados ou pessoas que desejam preparar a sucessão de maneira responsável.

01

Holding familiar

Estrutura societária que pode apoiar a administração, a governança e a organização sucessória em situações adequadas.

02

Doação em vida

Transferência patrimonial que exige análise de legítima, cláusulas, tributos e objetivos de quem doa.

03

Testamento

Instrumento para dispor sobre a parcela legalmente disponível e registrar determinadas vontades.

04

Acordos familiares

Definição de critérios de administração, decisão e continuidade compatíveis com a realidade familiar.

05

Organização de imóveis

Análise documental, locações, responsabilidades, uso e critérios de gestão do patrimônio imobiliário.

06

Integração contábil

Diálogo com o contador para compreender efeitos fiscais e obrigações da estrutura considerada.

Importante

Não existe uma estrutura única para todas as famílias.

A escolha entre holding, doação, testamento, acordos familiares ou outros instrumentos depende da composição do patrimônio, das relações familiares e dos objetivos apresentados.

Trabalho integrado

O jurídico e a contabilidade observam dimensões complementares.

A orientação jurídica considera relações familiares, propriedade, sociedades, contratos, sucessão e os instrumentos aplicáveis.

Quando necessário, o contador de confiança da família participa da análise fiscal, da escrituração e das obrigações relacionadas à estrutura escolhida.

Perguntas frequentes

Informações iniciais sobre planejamento patrimonial.

01Planejamento patrimonial é apenas para patrimônios elevados?

Não há uma regra baseada somente em valor. A utilidade depende da composição dos bens, da dinâmica familiar, dos riscos e dos objetivos a organizar.

02Uma holding é sempre necessária?

Não. Ela é uma entre diferentes possibilidades e precisa ser comparada com instrumentos mais simples antes de qualquer decisão.

03Planejamento sucessório elimina o inventário?

Não necessariamente. Os efeitos dependem dos instrumentos adotados e dos bens que permanecerem no patrimônio da pessoa.

04O contador participa do planejamento?

Em estruturas com efeitos empresariais ou fiscais, a integração com profissional contábil é importante para uma análise completa.

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Atendimento individualizado em Santos/SP, mediante agendamento.

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